Talvez seja este poema,
Ou a pessoa que o escreve.
Talvez seja quem vos cerca,
Ou então imagino eu o que não se deve.
Talvez seja eu uma certeira errante,
E o mundo um errante errado.
Talvez o certo seja errar o errado e o certo.
Talvez não seja certo, ou não tenha certo,
Só o errado,
Que fez-se então acertado.
E agora todos a minha volta são perfeitamente corretos,
E os que não o são,
certamente são perfeitos.
Talvez eu seja a única corretamente errada,
Ou a única corretamente certa...
Mas sou sozinha nessa busca pelo inexistente,
pela verdade inconveniente...
Buscando e procurando
do meu jeito, ora responsável,
ora inconseqüente;
Na minha busca insaciável pelo diferente.
Talvez não entenda este poema,
Talvez esteja sendo impertinente.
Perdoem-me a repetição,
Mas o "talvez" tem sido o meu lema,
E as contradições o meu tema.
Idéias contra idéias
se opõem em minha mente -
O talvez contra o errado,
O talvez existente,
O errado nem sei eu...
O talvez se opõe ao talvez,
Nessa antítese permanente.
Gostei do poema muito bom porque parece sincero !
ResponderExcluirOlha que divertido, parece um carrossel , bem vindos ao parque de diversões de Juh, a cada volta uma emoção.
ResponderExcluirMas cuidado para não ficar com vertigens nesse carrossel de antíteses. ;)
Nosssaaaa, júh gzuiiizz, parabéns meu, choul di bóólaaa eiim ^^, posta mais alguns ai pra lota o blog de poema ;DD muito legal meeu ! (:
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