segunda-feira, 15 de junho de 2009

Soneto Cromático

Leitores da minha vida,
já estava um pouco saturada de ler as poesias de amor e blá, blá, blá...
Por isso postei esse poema aqui no blog!
Prestem atenção, é o primeiro soneto que eu fiz e esse (ao contrário dos demais) é muito recente!!

Beijos!

Soneto Cromático

Falam sempre que uso apenas preto.
Mas se a vida não me é colorida,
como colorir o que pareço?
Devo usar a cor que me transpareça então!

O roxo torna-me instável, profunda e mutável -
Uma aurora inesgotável!
O branco é felicidade, pura serenidade...
O azul não o sei, pois é mistério.

O vermelho faz-me viva e audaciosa;
É crepúsculo acentuado!
O preto é o universo - é surdo e é mudo; o preto é o nada!

O preto é calmo, é inteiro, é profundo...
O preto é a noite, o preto é madrugada, O preto é ínicio e fim;
O preto está em tudo! Eu sou o preto, porque o preto está em mim.

6 comentários:

  1. blá blá blá whiskas sachet

    Adoro sonetos,mas não sei escrever, gostei do seu, transmite sentimentos e pensamentos.Ainda precisa, porém de cinzel e martelo.
    :) chero

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  2. Não gosto de cinza, até pensei em inserí-lo, mas eu tinha muito a falar do preto, e como é um soneto, o espaço não deu...
    Fora que se vc perceber, eu faço uma alusão ao dia, às diversas fases do dia...
    E o cinza às vezes é presente, às vezes não...

    Acho que tenho tanta coisas a dizer sobre o que o cinza representa que seria necessário para ele um poema próprio.

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  3. hmmmm bom saber que poderemos ter um poema sobre o cinza pode ser bem interessante. :)
    mas não havia percebido a ausência dessa cor.
    ;)

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  4. quanta obcessão por preto anjo !!! mas adorei o soneto !

    hugo

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  5. eita, bem lêgál este aê , tpw...parece uma descriçao macro de um quadro abstracto xP , lêgaù

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